"Somente os cidadãos livres do sexo masculino tinham o direito de participar das assembleias, na elaboração das leis e nos cargos políticos. Excluindo os escravos, estrangeiros, mulheres e crianças, restava apenas 10% do povo."
Gabarito / Referência – Nível Difícil
1.Monarquia Absolutista. O texto indica que o rei reivindicava poder absoluto e dizia que seus privilégios vinham de Deus, sem aceitar questionamentos.
2.Mulheres não participavam da política. Escravos eram excluídos e tratados como propriedade. Estrangeiros e crianças também não tinham direitos políticos.
3.b) Período Regencial (1831–1840).
4.Os plebeus conquistaram: fim da escravidão por dívidas, casamentos mistos, acesso às magistraturas, entrada no Senado. Exemplo: o fim da escravidão por dívida protegeu os mais pobres de perderem sua liberdade.
5.Semelhança: em ambas, os cidadãos participam das decisões de governo. Diferença: em Atenas, mulheres, escravos e estrangeiros eram excluídos; no Brasil atual, todos os maiores de 16 anos podem votar.
6.O voto censitário excluía a maioria da população pobre, pois somente quem tinha renda alta poderia votar, concentrando o poder nas mãos dos ricos.
7.Pode haver abuso de poder, falta de fiscalização, decisões injustas, opressão da população, ausência de direitos para os mais pobres, e guerras sem controle do povo.
8.b) Descendentes dos antigos habitantes de Roma que recebiam as melhores terras por herança.
9.O Poder Moderador concentrava todo o controle nas mãos do rei, que tinha cargo vitalício e podia interferir nos outros poderes. Isso contrariava o princípio democrático de separação e equilíbrio de poderes.
10.A mentalidade da época não considerava mulheres, escravos e estrangeiros como cidadãos plenos. A democracia ateniense representava apenas uma pequena elite masculina livre, não a população inteira.